04.03.08
Enviado em Linux às 03:16 de claudiocoelho
Introdução
Esta página detalha um pouco sobre os nomes e numeração das versões do Ubuntu, como são criados seus nomes e por que é errado falar, por exemplo, 6.1 ao invés de 6.10.
Sobre a numeração
A numeração das versões do Ubuntu são relacionadas com sua data de lançamento. No formato A.MM, ou seja, o primeiro dígito é o ano de lançamento, o segundo é o mês.
Sendo assim, é incorreto falar 5.1 se referindo à versão 5.10 pois o mês lançado foi Outubro e não Janeiro. Um exemplo, das versões que já temos:
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Ubuntu 4.10: primeira versão do Ubuntu, lançada em 20 de Outubro de 2004.
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Ubuntu 5.04: versão que fez a fama do Ubuntu, lançada em 8 de Abril de 2005.
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Ubuntu 5.10: lançada em 13 de Outubro de 2005.
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Ubuntu 6.06 LTS: primeira versão com Longo Tempo de Suporte1, lançada em 1 de Junho de 2006.
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Ubuntu 6.10: versão com reformas estruturais, lançada em 26 de Outubro de 2006.
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Ubuntu 7.04: lançada em 19 de Abril de 2007.
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Ubuntu 7.10: primeira versão com o Desktop 3D ativado por padrão, lançada em 18 de Outubro de 2007.
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Ubuntu 8.04 LTS: segunda versão com Longo Tempo de Suporte, lançamento previsto para 24 de Abril de 2008.
Sobre os nomes
Os nomes das versões são “apelidos” dados pelo time de desenvolvimento do Ubuntu para chamar, de forma mais familiar, as versões [à serem] lançadas.
Os nomes para muitos são considerados aberrações, e realmente a equipe do Ubuntu tem um gosto meio exótico no que se refere aos nomes. Sempre é usado o modelo “The + Adjetivo + Animal”. No nosso bom português, o nome das versões seriam:
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Ubuntu 4.10: The Warty Warthog (O Porco-Africano Verruguento)
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Ubuntu 5.04: The Hoary Hedghog (O Ouriço Grisalho)
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Ubuntu 5.10: The Breezy Badger (O Texugo Fresco)
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Ubuntu 6.06 LTS: The Dapper Drake (O Pato Doméstico Estiloso)
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Ubuntu 6.10: The Edgy Eft (A Salamandra Hi-Tec)
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Ubuntu 7.04: The Feisty Fawn (O Jovem Bravo Cervo)
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Ubuntu 7.10: The Gutsy Gibbon (O Macaquinho Corajoso)
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Ubuntu 8.04: The Hardy Heron (A Garça Durona)
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04.01.08
Enviado em Linux tagged 7.10, beings, Gibbon, Gutsy, human, Ubuntu às 03:04 de claudiocoelho
Sobre o Nome
Ubuntu é uma ideologia ética Sul Africana focada no compromisso e relações entre as pessoas. A palavra vem das línguas Zulu e Xhosa. Ubuntu (pronunciado “u-BUN-tu”) é visto como um conceito tradicional Africano, é tratado como um dos princípios fundamentais da nova república da África do Sul e é conectado à idéia de um Renascimento Africano.
Uma tradução rápida do princípio de Ubuntu é “humanidade para os outros”. Outra tradução poderia ser: “a crença em uma ligação universal de compartilhamento que conecta toda a humanidade”
“Uma pessoa com ubuntu é aberta e disponível aos outros, assistente aos outros, não se sente ameaçada por outros que são capazes ou bons, uma vez que ele ou ela tem uma auto-confiança que vem do saber que ele ou ela pertence a um conjunto maior e é diminuído quando outros são humilhados ou diminuídos, quando outros são torturados ou oprimidos.”
Arcebispo Desmond Tutu
Como uma plataforma baseada no Linux, o sistema operacional Ubuntu traz o espírito do ubuntu ao mundo do software.
fonte: Help do Ubuntu 7.10 - Gutsy Gibbon
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03.29.08
Enviado em Linux, Rede tagged grupo de trabalho, Linux, mshome, Samba, windows, workgroup às 02:04 de claudiocoelho
Se você deseja colocar, via Samba, sua máquina com linux no mesmo grupo de trabalho da sua rede windows, basta configurar, no arquivo /etc/samba/smb.conf, a diretiva “workgroup” (que inicialmente contém o valor “MSHOME”) passando-a para o nome do seu grupo de trabalho no Windows.
Se seu grupo de trabalho no windows é EMPRESA, a diretiva no arquivo de configuração do Samba ficará da seguinte forma:
workgroup = EMPRESA
Depois disso, basta reiniciar o samba e pronto:
cd /etc/init.d
sudo invoke-rc.d samba restart
Qualquer dúvida é só falar. 
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03.19.08
Enviado em Banco de Dados, MySQL tagged data, date_format, formatação, MySQL às 16:16 de claudiocoelho
Para formatar data no MySQL deve-se utilizar a função date_format que recebe dois parâmetros: a data e o formato desejado, retornando uma string contendo o valor desejado.
Exemplo:
>SELECT DATE_FORMAT(nascimento, '%d-%m-%Y') as nascimento FROM aluno;
>'25-11-1990'
Algumas máscaras possíveis:
%d - dia do mês, com dois dígitos e zero à esquerda (01..31)
%m - mês, com dois dígitos e zero à esquerda (01..12)
%y - ano, com dois dígitos e zero à esquerda
%Y - ano, com quatro dígitos
%h - hora, formato 12 horas (01..12)
%H - hora, formato 24 horas (00..23)
%i - minuto, dois dígitos e zero à esquerda (00..59)
%s - segundo, dois dígitos e zero à esquerda (00..59)
%p - AM ou PM
%T - hora completa, formato 24 horas (hh:mm:ss)
%j - dia do ano (001..366)
%f - microsegundos (000000..999999)
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03.03.08
Enviado em Banco de Dados, MySQL tagged AES, chave, criptografia, criptografia/decriptografia, criptografia/descriptografia, decriptografia, descriptografia, MySQL, senha em banco às 02:31 de claudiocoelho
AES_ENCRYPT(string,string_chave), AES_DECRYPT(string,string_chave)
Estas funções permitem criptografia/descriptografia de dados usando o algoritmo oficial AES (Padrão Avançado de Criptografia), antes conhecido como Rijndael.
Os argumentos de entrada podem ser de qualquer tamanho. Se ambos argumentos são NULL, o resultado desta função tam bém será NULL.
A string resultante pode ser calculada como 16*(trunc(tamanho_string/16)+1).
Se AES_DECRYPT() detectar dados inválidos ou padding incorreto, ela retorna NULL.
No entanto, é possível para o AES_DECRYPT() retornar um valor não-NULL (possivelmente lixo) se os dados de entrada ou a chave eram inválidos
Você pode usar as funções AES para armazenar dados de forma criptografada modificando as suas consultas:
INSERT INTO t VALUES (1,AES_ENCRYPT(’text’,'password’));
Você pode obter mais segurança não transferindo a chave em suas conexões a cada consulta, o que pode ser conseguido armazenando-o em varáveis do lado do servidor na hora da conexão.
SELECT @password:=’my password’;
INSERT INTO t VALUES (1,AES_ENCRYPT(’text’,@password));
AES_ENCRYPT() e AES_DECRYPT() foram adicionados na versão 4.0.2, e podem ser considerados a função de criptografia mais segura atualmente disponível no MySQL.
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02.25.08
Enviado em HTML, Javascript tagged confirm, confirma, exclusão, Javascript, onclick às 02:32 de claudiocoelho
Para se adicionar confirmação em um link que executa uma rotina de exclusão, por exemplo, uma boa dica é a utilização do javascript abaixo que abre uma janela de confirmação. Se o usuário clicar em sim, a página do link (href) é chamada, caso contrário, desconsidera o clique efetuado no link e não exclui o registro.
O código para essa funcionalidade é algo do tipo:
<a href="exclui.php?cod_registro=100" onclick=“return confirm(’Confirma exclusão do registro XPTO?’)”>Exclui registro</a>
Simples e prático!
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02.14.08
Enviado em Rede tagged Velox, provedor, empresarial, velox de graça às 00:36 de claudiocoelho
Se você usa banda larga Velox em sua casa e paga, em média, R$30,00 por mês para um provedor, saiba que está pagando por nada.
Para ter certeza de que seu provedor não faz absolutamente nada (além de te cobrar o valor mensal) faça o seguinte teste:
Ao se conectar à internet no Velox, vá para a linha de comando do DOS (iniciar/executar/cmd) e digite:
tracert google.com.br
Esse comando irá traçar toda a rota entre sua máquina e o endereço desejado (google.com.br no exemplo).
Você verá que o caminho é do seu computador para a rede da Telemar e depois pra fora do país e NADA de passar pelo seu “provedor”.
Se não quiser mais pagar desnecessariamente, simplesmente substitua, no lugar do seu usuário e senha, por um dos números de telefone abaixo, da seguinte forma:
usuário = número do telefone + @telemar.com.br
senha = número do telefone
Se o telefone é 2134518623, o usuário será 2134518623@telemar.com.br e a senha será 2134518623
Obs.1: Isso só serve para quem tem Velox. Não vá fazer igual a um cabeçudo que vi chorando em um forum de discussão porque a conta dele veio um absurdo. Certamente o infeliz tinha linha discada e fez interurbano para um desses números durante mais de um mês e depois ficou reclamando por ter ficado mais caro do que se tivesse pago ao provedor….
Obs.2: Se, um dia sua conexão parar de funcionar por causa de usuário e/ou senha, troque por outro número que voltará a funcionar perfeitamete.
Obs.3: Depois que tudo estiver funcionando, não se esqueça de cancelar o serviço com seu provedor, senão ele vai continuar te cobrando do mesmo jeito, tá? hehe
Lista de números mágicos (Não importa em qual região você está: pode usar qualquer um)
| 3132258000 |
3134914226 |
3134214024 |
| 3132252333 |
3132841800 |
3132846065 |
| 3132223351 |
3132128177 |
3132128178 |
| 2134518623 |
2126881007 |
2134135960 |
| 2124949300 |
2133411654 |
2122925964 |
| 2125711253 |
2125501139 |
8132217707 |
| 2122540625 |
2125970259 |
2125717389 |
| 2122680119 |
2125970259 |
2139752000 |
| 8132317417 |
8133254523 |
8132230015 |
| 8134216056 |
8132678585 |
2122540625 |
| 3132223351 |
2122540625 |
3132223351 |
| 2122540625 |
8132217707 |
2134518623 |
| 2126881007 |
2134135960 |
2124949300 |
| 2133411654 |
2122925964 |
2125711253 |
Se gostou da economia mensal, comente e recomende!
Maiores informações: http://www.abusar.org/velox/index.html
Abraço!
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Enviado em Banco de Dados, MySQL tagged AES, chave, criptografia, criptografia/decriptografia, criptografia/descriptografia, decriptografia, descriptografia, MySQL, senha em banco às 00:14 de claudiocoelho
AES_ENCRYPT(string,string_chave), AES_DECRYPT(string,string_chave)
Estas funções permitem criptografia/descriptografia de dados usando o algoritmo oficial AES (Padrão Avançado de Criptografia), antes conhecido como Rijndael.
Os argumentos de entrada podem ser de qualquer tamanho. Se ambos argumentos são NULL, o resultado desta função tam bém será NULL.
A string resultante pode ser calculada como 16*(trunc(tamanho_string/16)+1).
Se AES_DECRYPT() detectar dados inválidos ou padding incorreto, ela retorna NULL.
No entanto, é possível para o AES_DECRYPT() retornar um valor não-NULL (possivelmente lixo) se os dados de entrada ou a chave eram inválidos
Você pode usar as funções AES para armazenar dados de forma criptografada modificando as suas consultas:
INSERT INTO t VALUES (1,AES_ENCRYPT(’text’,'password’));
Você pode obter mais segurança não transferindo a chave em suas conexões a cada consulta, o que pode ser conseguido armazenando-o em varáveis do lado do servidor na hora da conexão.
SELECT @password:=’my password’;
INSERT INTO t VALUES (1,AES_ENCRYPT(’text’,@password));
AES_ENCRYPT() e AES_DECRYPT() foram adicionados na versão 4.0.2, e podem ser considerados a função de criptografia mais segura atualmente disponível no MySQL.
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02.12.08
Enviado em Banco de Dados, Oracle XE tagged chave, criptografia, criptografia/decriptografia, criptografia/descriptografia, crypt, decriptografia, decrypt, descriptografia, MySQL, Oracle, pl/sql, senha em banco às 10:08 de claudiocoelho
Exemplo de rotina simples para criptografia/descriptografia em PL/SQL.
Observe que a rotina pode ser facilmente convertida para outra linguagem.
Essa rotina pode ser usada, por exemplo, para criptografar um campo que contenha
a senha em um banco.
A mesma rotina que criptografa, serve para descriptografar.
O funcionamento é bem simples: a rotina recebe uma string e retorna outra string,
de mesmo tamanho com cada um dos seus caracteres com valor ASCII invertido,
isto é, se o caractere tiever o valor 0 (zero), o caractere criptografado será 255.
Se o caractere tiver o valor 10, o caractere criptografado será 245.
create or replace function fun_cripto(
p_valor in varchar2 )
return varchar2
is
sCripto varchar2(100) := '';
cChar char(1);
nAsc number;
begin
for i in 1..length(p_valor) loop -- percorre toda a string recebida
cChar := substr( p_valor, i, 1 ); -- valor ASCII de cada caractere
nAsc := 255 - ascii( cChar ); -- valor ASCII invertido do caractere
sCripto := sCripto || chr( nAsc ); -- adiciona caractere invertido à string de saída
end loop;
return( sCripto );
end fun_cripto;
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02.09.08
Enviado em Banco de Dados, Oracle, Oracle XE tagged conversão de bases, Conversão decimal, pl/sql às 11:10 de claudiocoelho
Resumo
Função que converte um número decimal para qualquer outra base.
Uso
A função recebe 3 parâmetros:
p_decimal: número a ser convertido
p_base: base desejada
p_tamanho: tamanho da string de retorno
Exemplo:
select dec_to( 255, 16 ) from dual; — converte 255 para base hexadecimal
select dec_to( 255, 2, 8 ) from dual; — converte 255 para base binária, com 8 caracteres na saída
Codificação
create or replace function dec_to( p_decimal number,
p_base pls_integer,
p_tamanho pls_integer default 2 ) return varchar2 is –
– conversao de bases: decimal para qualquer base
–
– Claudio A. Coelho - 12.09.2001
–
–
sRetorno varchar2(50);
sRESTO varchar2(50);
nQUOC number;
nRESTO pls_integer;
nTam pls_integer;
–
begin
nQUOC := p_decimal;
sRESTO := ”;
if nQUOC = 0 then
sRetorno := ‘0′;
goto fim;
end if;
while nQUOC > 0 loop
if nQUOC > 1 then
nRESTO := MOD( nQUOC, p_base );
nQUOC := TRUNC( nQUOC/p_base );
else
nRESTO := 1;
nQUOC := 0;
end if;
if nResto < 10 then
sRESTO := sRESTO || to_char(nRESTO);
else
sRESTO := sRESTO || chr(65+nResto-10);
end if;
end loop;
sRetorno := ”;
nTam := LENGTH( sRESTO );
for i in 0..nTam-1 loop
sRetorno := sRetorno || substr( sRESTO, nTam-i, 1 );
end loop;
<<fim>>
return ( LPAD( sRetorno, p_tamanho, ‘0′ ) );
end dec_to;
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